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Sobre o Instituto Federal Goiano - Campus Ceres

A história do Instituto Federal Goiano, Campus Ceres, começa a ser traçada com a criação da Escola Agrotécnica Federal de Ceres que teve início a partir de um projeto apresentado pelo então vereador Benito César Caldas ao Congresso Nacional. A implantação da Escola era um anseio de toda a sociedade local, que esperava, com isso, implementar o plantio, ensinando aos jovens técnicas de cultivo para melhorar a produção já existente, além de possibilitar a implantação de novas culturas. Mas sua construção só teve início no dia 1º de novembro de 1988, com a garantia de que sua conclusão se daria no final de 89, o que não ocorreu. Por mais de três anos a obra ficou paralisada, sendo necessário muito trabalho, sacrifício e luta de todos os segmentos organizados de Ceres, políticos, empresários, representantes de classe e trabalhadores.

Em 30 de janeiro de 1993, a Escola foi criada e transformada em autarquia federal. Sua inauguração ocorreu uma ano mais tarde, em 30 de janeiro de 1994, tendo as atividades letivas se iniciado no dia 06 de março de 1995, com a primeira turma de técnicos em agropecuária composta por 160 alunos.

Com a reforma ocorrida na Educação Profissional, a Escola passou a oferecer, a partir de 1998, o curso Técnico em Agropecuária em Concomitância com o Ensino Médio. Em função de novas demandas apresentadas pela comunidade, em 2001 foram criados os Cursos Técnicos em Informática, Agroindústria, Agricultura e Zootecnia oferecidos em diversas modalidades. Em 2005, a Instituição começou a oferecer também o Curso Técnico em Meio Ambiente e o Curso Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio. A implantação desse último vem favorecendo a interdisciplinaridade entre as diversas áreas do curso, com projetos e atividades que visam integrar as disciplinas do Ensino Médio com os componentes técnicos e os componentes curriculares técnicos entre si.

Em 2006, com o objetivo de proporcionar a inclusão social por meio da elevação de escolaridade e da qualificação profissional, a Escola implantou o Curso Técnico em Agroindústria Integrado ao Ensino Médio, na modalidade de educação de jovens e adultos, o PROEJA. A oferta desse novo curso abre uma possibilidade ainda maior de qualificação para o trabalhador que está há algum tempo fora da escola e que precisa e deseja agregar valor ao que ele produz, através de tecnologia apropriada.

A Instituição também tem procurado expandir seu raio de atuação, visando atender às necessidades regionais, através da profissionalização de pessoas já inseridas no mundo do trabalho. Nesse sentido, implantou o Curso Técnico em Agricultura na cidade de Goianésia, por meio de parceria com a prefeitura e com algumas empresas locais.

Em 2008, a Escola Agrotécnica Federal de Ceres foi transformada em campus do Instituto Federal Goiano, em função da reestrutução da rede federal de educação profissional e tecnológica, que transformou as Escolas Técnicas, Agrotécnicas e os Centros Federais de Educação Tecnológica (CEFETs) em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFETs).

O Instituto Federal Goiano, Campus Ceres, tem a partir dessa reestruturação o desafio de ofertar cursos de graduação e pós-graduação e ampliar áreas de atuação nos cursos técnicos, além de expandir também sua infra-estrutura e área de influência. Nesse sentido, em 2009 foram implementados os seguintes cursos técnicos de nível médio no período nourno: Curso Técnico em Administração (sequencial); Curso Técnico em Administração integrado ao ensino médio (modalidade PROEJA) e Curso Técnico em Manutenção e Suporte em Informática integrado ao ensino médio (Modalidade PROEJA), com 35 vagas em cada um.

No tocante aos curso superiores, após a realização de uma pesquisa de demanda, foram elaborados os projetos de implantação do curso superior em Agronomia (Bacharelado) e de Licenciatura em Ciências Biológicas, ambos com previsão de realização de vestibular ainda no ano de 2009.

A metodologia primordial de ensino adotada pelo Insituto Federal Goiano, Campus Ceres, desde sua criação como Escola Agrotécnica Federal de Ceres, está voltada para o ato de “aprender a fazer e fazer para aprender”, incentivando o aluno à observação, pesquisa, experimentação, reflexão e reelaboração dos conhecimentos, tornando-os vivos, dinâmicos e sintonizados com a sua realidade vivenciada. No enfoque mais moderno, esta metodologia é denominada de “formação baseada em competências”, sendo construída sob três pilares básicos: O saber ser , o saber aprender e o saber fazer. Atualmente conta com mais de 170 servidores e 500 alunos