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IF Goiano debate uso de tecnologias em educação online

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Publicado: Quarta, 25 de Novembro de 2020, 13h07 | Última atualização em Sexta, 27 de Novembro de 2020, 10h11 | Acessos: 131

Discussão fez parte das atividades do Integra IF Goiano e foi realizada de forma online na quarta-feira, 25. 

O Instituto Federal Goiano (IF Goiano) promoveu, durante a programação do II Integra IF Goiano, o debate com o tema "O oso das Tecnologias no contexto da educação online". O debate foi realizado na manhã da quarta-feira, 25, e contou com a participação da diretora de Centro de Referência em Ensino em Rede no IF Goiano, Joseany Cruz, e do professor do Campus Avançado Hidrolândia , Eduardo de Faria Viana.

Joseany explica que, apesar de as tecnologias já estarem presentes na sociedade a algum tempo, para que estas ferramentas sejam integradas à Educação, são necessárias políticas públicas que auxiliem nessa efetivação. "É relativamente atual essa conquista em nosso país. O fortalecimento da EaD no Brasil ocorreu de forma gradual, lembrando que a primeira fase desse tipo de ensino foi feita no Brasil a partir de meios de comunicação, como rádio, correspondência e televisão", explica. A diretora do Centro de Referência diz que apenas a partir de 1996, com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) é que se concretiza uma política de governo para regular a atuação em EaD. 

A servidora do IF Goiano lembra que em 2005 foi promulgado o primeiro decreto específico da Educação a Distância no Brasil. "Este decreto veio para normatizar como se fazer a Educação a Distância aqui no país", afirma. Para Joseany, é a partir destas regulações e incentivos por meio de programas de fomento que as instituições se capacitam para atuar com a modalidade, "Em 2003, tinhamos 39.804 matrículas em EaD no Brasil, em 2017 esse número saltou para 167.511 matrículas. Já nas instituições privadas o número saltou de 10.107 para 1.577.589 alunos", destaca. 

Para Joseany, muitas vezes a EaD realizada nas instituições públicas carrega um estigma de educação de menor qualidade, o que é uma impressão desconectada da realidade. "No nosso polo em Flores de Goiás, que é uma região de baxo IDH, temos grande concorrência e com estudantes comprometidos com o curso", afirma. Dentre outras coisas que garantem o sucesso da modalidade, a Diretora do Centro de Referência destaca a importância da conectividade do estudante. "Não é só ter acesso ao aparelho. É estar conectado à internet, com acesso a equipamentos e com um percurso que seja respaldado durante o curso, com interação", diz. 

Para o professor Eduardo Viana, no contexto do IF Goiano, os cursos de aperfeiçoamento profissional têm sido uma das ofertas de grande função social dentro da educação online. "Esse tipo de formação tem possibilitado inserção no mercado de trabalho, melhora de auto-estime a e outras coisas", explica. Para ele, por serem cursos de carga horária reduzida, com opções versáteis, possibilitaram a pessoas que sequer conheciam o IF Goiano a poderem participarem deste processo formativo. "Por meio dessa formação podemos atuar no desenvolvimento das micro-regiões onde estamos inseridos", diz. 

No contexto do Programa Novos Caminhos, Eduardo Viana explica que o IF Goiano foi um dos Institutos que mais ofertou vagas para formação em cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) em 2020. "Ofertamos 6.640 vagas este ano e tivemos alunos de todos os estados da Federação por meio dos 35 cursos ofertados que foi realizado totalmente por um Ambiente Virtual de Aprenzagem (AVA)", explica. 

Para esta experiência, o professor explica que grande parte do público possuia entre 18 e 25 anos, com renda familiar de até dois salários mínimos. "Essa população, em geral, conseguiu se adaptar bem ao modelo de Educação Online que disponibilizamos, mesmo sendo a primeira experiência com a metodologia. A maioria conseguiu fazer um percurso formativo adequado", afirma. 

Para Eduardo, a política de formação por meio da Educação a Distância pode ser muito mais bem explorada e contribuir com um processo adequado de ensino-aprendizagem. "Inclusive, nesse formato, o professor pode assumir o caráter de mediador e facilitador da aprendizagem", explica. 

 

Diretoria de Comunicação Social

 

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