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ProfEPT

Professores debatem sobre produtos educacionais

Publicado: Terça, 10 de Outubro de 2017, 18h03 | Última atualização em Terça, 10 de Outubro de 2017, 18h08 | Acessos: 239

Assunto foi tema de mesa-redonda do Seminário de Pesquisa em Educação Profissional e Tecnológica, primeiro evento promovido pelo polo do IF Goiano.

Docentes explicam que produtos devem estar voltados para a melhoria na execução de atividades ou processos de trabalho
Docentes explicam que produtos devem estar voltados para a melhoria na execução de atividades ou processos de trabalho

Professores do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (ProfEPT) do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) – Campus Morrinhos compartilharam com alunos do mestrado profissional na última sexta-feira, 6, experiências sobre o desenvolvimento de produtos educacionais. O assunto foi tema da mesa-redonda Desenvolvimento e Aplicação de Produtos Voltados à Educação Profissional e Tecnológica, que compôs a programação do Seminário de Pesquisa em Educação Profissional e Tecnológica. O evento foi primeiro promovido pelos estudantes da pós-graduação, como parte da disciplina Seminário de Pesquisa.  

Os alunos do mestrado – iniciado em agosto deste ano - devem apresentar, ao final do curso, um produto educacional com aplicabilidade imediata, além de dissertação ou artigo científico que contemple seu processo de desenvolvimento/validação.  De acordo com o professor Marcos Fernandes Sobrinho, do Campus Urutaí - um dos componentes da mesa-redonda - esse produto deve ser voltado para a melhoria na execução de atividades ou processos de trabalho, dentro do campo de atuação de cada estudante.

Entre as possibilidades de produtos para a área de Ensino há mídias educacionais, protótipos, propostas de ensino, material textual, materiais interativos, atividades de extensão, desenvolvimento de aplicativos e programas de rádio e TV. Na prática, o desenvolvimento desses produtos irá agregar valor às instituições para onde eles foram pensados,  além de servir de modelos para a implementação em outras instituições que trabalham com Educação Profissional e Tecnológica.

A professora Juliana Cristina da Costa Fernandes, uma das participantes do evento, contou aos estudantes sua experiência com o desenvolvimento de um produto dessa natureza durante o próprio curso de Mestrado. Entre 2003 e 2005, ela criou uma mídia eletrônica que ensina como se dá o processo de cultura da banana, da produção até a chegada à mesa do consumidor. O software serve como recurso didático para professores da área de fruticultura e contribui com as aulas práticas que, muitas vezes, depende de questões ambientais ou estruturais para acontecer.

Juliana é hoje diretora-geral do Campus Ipameri e, a título de exemplos, mostrou juntamente com a professora Jussara de Fátima Oliveira – diretora de Ensino da mesma unidade -, diversas demandas do IF Goiano que podem ser problematizadas cientificamente e vir a ser sanadas por meio dos trabalhos de conclusão de curso dos discentes do mestrado. “As falhas e contradições encontradas nos seus nos locais de trabalho já se constituem em pistas para o desenvolvimento de produtos educacionais”, indicou Jussara.

Ela e os outros dois professores foram mediados pelo docente do Campus Ceres José Carlos Moreira. Além da mesa-redonda, o Seminário de Pesquisa em Educação Profissional e Tecnológica teve apresentação de dez trabalhos dos estudantes do programa, seguida de uma roda de conversas. O evento encerrou a disciplina ministrada pelos professores Fernando Barbosa e Cínthia Maria Felício, ambos do Campus Morrinhos, que sedia o mestrado profissional no IF Goiano. Os estudantes do polo cursam, ainda nesse semestre, outras duas matérias: Bases Conceituais da Educação Profissional e Tecnológica e Metodologia de Pesquisa.

Histórico - O ProfEPT é um programa em rede nacional formado inicialmente por 18 Instituições Associadas (IAs) ofertantes em diversos estados do país. Ele surgiu a partir de uma proposta do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica (Conif), baseada na demanda por qualificação de profissionais da rede, mas também abrindo possibilidades de formação em EPT ao público em geral.  No primeiro processo seletivo foram disponibilizadas 401 vagas, sendo a metade para a Rede e a outra metade para a ampla concorrência. Inscreveram-se no Exame Nacional de Acesso mais de 18 mil candidatos.

O mestrado, na área de Ensino, é profissional e semipresencial, com duração de dois anos. o curso tem duas linhas de pesquisa: Gestão e Organização do Espaço Pedagógico em EPT e Práticas Educativas em EPT. O Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) é gestor central do Programa, que no mês de setembro anunciou a lista de 18 novas Instituições Associadas. O edital para a seleção de novas turmas,previstas para 2018, já está em fase de elaboração. O ProfEPT também tem uma turma especial do Ministério da Educação (MEC), cujas aulas iniciaram no final de setembro.

 

Coordenação Geral de Comunicação Social e Eventos

 

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