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Uma das nascentes do Jardim Botânico começa a ser recuperada

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Publicado: Sexta, 04 de Junho de 2021, 10h43 | Última atualização em Quarta, 09 de Junho de 2021, 17h25 | Acessos: 297

O trabalho está sendo coordenado pela Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P) do IF Goiano e conta com a participação de estudantes de Ciências Biológicas, Engenharia Ambiental, Agronomia e Zootecnia.

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho desde o ano de 1974, foi criado com o objetivo de incentivar as instituições públicas e privadas e a sociedade em geral a refletirem sobre os problemas ambientais e concentrarem esforços buscando a solução para esses problemas.

No Campus Rio Verde do Instituto Federal Goiano essa questão é relevante durante todos os dias do ano. Ações, como, produção e plantio de mudas são realizadas com freqüência. Um exemplo foram as cerca de 5 mil mudas de espécies da flora nacional plantadas em várias áreas do campus de outubro do ano passado a janeiro deste ano, que já estão crescidas.

O Jardim Botânico de Rio Verde, integrado ao IF Goiano, foi aprovado pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos, vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, no ano de 2015. O segundo JB do estado tem como foco principal a educação ambiental voltada para a conservação de espécies e no desenvolvimento com sustentabilidade. Atualmente, encontra-se em fase de consolidação, com produção de coleções de plantas, recuperação de áreas degradadas e plantios de mudas.

Recuperar uma de suas nascentes é um dos objetivos dos membros da A3P. O local, que fica nas proximidades da bovinocultura, precisa ser reflorestado e protegido para evitar assoreamento. Animais que ficavam nas imediações já foram retirados e a cerca de proteção da área será mudada de lugar para ampliar ainda mais a área de proteção.

 

Uma das primeiras ações foi o plantio planejado de mudas de embaúba e guatambu nos arredores da nascente. A embaúba é de crescimento rápido e terá a função de proteger o guatambu, uma planta perene, que cresce mais lentamente. No local já existem outras plantas, como o jatobá e buriti.  

A última ação envolveu alunos da disciplina Química Orgânica dos cursos de Ciências Biológicas, Engenharia Ambiental, Agronomia e Zootecnia, ministrada pela professora Cássia Arantes. Segundo ela, o grupo está estudando crédito de carbono.

De acordo com o coordenador da A3P, professor Aurélio Vasquez Rubio, os trabalhos de recuperação da nascente continuam. O próximo passo será o mapeamento de toda a área para identificação de tudo que precisa ser feito. Este trabalho conta com a colaboração de engenheiros florestais do campus.

Setor de Comunicação Social e Eventos

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