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Presidente do CNPq discute o futuro da ciência

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Publicado: Terça, 24 de Novembro de 2020, 10h36 | Última atualização em Sexta, 27 de Novembro de 2020, 17h40 | Acessos: 77

Palestra foi realizada na manhã da terça-feira, 24, e é parte da programação do II Integra IF Goiano que ocorre até o dia 26, em formato virtual. 

O Instituto Federal Goiano (IF Goiano) realiza o II Integra IF Goiano em formato virtual. No segundo dia de atividades, o Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Evaldo Vilela ministrou palestra com o tema "Ciência de ontem, do hoje e do amanhã". 

Evaldo iniciou sua fala explicando a importância de se realizar ciência a partir de métodos científicos, para que seus objetivos sejam alcançados. "Ciência é conhecimento. Ciência não é achismo. Existe um método para se fazer ciência e essa metodologia tem, entre outras funções, o objetivo de podermos replicar a experiência científica". 

O presidente do CNPq explicou que a iniciativa de financiamento do Estado para a ciência é uma conquista recente. “A criação do CNPq, da SBPC e outras questões vieram no período de pós-guerra, com o intuito de defender a soberania do Brasil”. Para ele, ciência e economia caminham, necessariamente, juntas e um exemplo disso é a revolução agrícola efetuada no Brasil, com auxílio da Embrapa, que reinventou a agricultura no país.

Para Evaldo, a ciência, atualmente, se tornou um valor na humanidade, contribuindo para a evolução do processo civilizatório. “Mas seguimos com muitos desafios. Em especial a partir da criação da internet, em que as coisas mudaram bastante para a ciência, encurtando as distâncias. Mas ainda temos problemas com a internet em várias regiões no país e esse processo pode até ser considerado como exclusão social”, afirmou.

“Precisamos entender que a ciência e o papel dela mudou. Não dá mais para pensarmos em fazer ciência se não em Redes de Pesquisa Multidisciplinares. Essa é a nova cara da ciência e precisamos nos adaptar a ela”, disse. Para ele, no contexto pós-pandemia, a palavra chave da ciência será colaboração. “Tenho andado pelo mundo e noto que o caminho, cada vez mais, é focar nas habilidades ao invés do conteúdo. Com a internet, o conteúdo está disponível o tempo todo e precisamos entender que a relação com o conhecimento mudou”.

Evaldo explica que trabalha em uma mudança de paradigma na análise de projetos do CNPq. “Estamos tentando focar na análise da entrega do projeto. O que ele vai contribuir para a sociedade. Cada vez menos iremos focar no currículo, produção e outras questões. Focaremos na competência e habilidade do pesquisador em entregar o proposto”, finalizou.

A palestra faz parte da programação do II Integra IF Goiano e o evento segue até a quinta-feira, 26, em formato virtual.

 

Confira a programação do evento e participe

 

Diretoria de Comunicação Social

 

 

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