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Fórum de Coordenadores

Mesas-redondas discutem função social e estratégias de Acesso nos Institutos Federais

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Mesa-redonda: Inclusão e Desigualdade Regional. Participaram da discussão os reitores do IF Goiano, Elias Monteiro, do IF Fluminense, Jefferson Manhães, e do IFRS, Júlio Heck.

  • Publicado: Quarta, 15 de Março de 2023, 10h29
  • Última atualização em Quarta, 15 de Março de 2023, 10h32
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O Instituto Federal Goiano (IF Goiano) - Campus Campos Belos recebe até a quinta-feira, 16, os coordenadores de curso de toda a Instituição para o V Encontro do Fórum de Coordenadores de curso.  Na terça-feira, o evento discutiu, por meio de mesas redondas, Desigualdades Regionais, Inclusão de Minorias, Processo Seletivo e Busca Ativa. 

No período da manhã, os reitores do IF Goiano, IFRS e IF Fluminense discutiram as desigualdades regionais, inclusão das minorias e o papel dos Institutos Federais neste contexto. 

Jefferson Manhães, do IF Fluminense destacou a importância estratégica da capilaridade da Rede no combate às desigualdades regionais.  “Metade da População brasileira vive no interior. Daí a importância da nossa Rede, que tem essa característica de oportunizar a Educação Profissional também fora dos grandes Centros”, explica.

“Os Institutos Federais interiorizam a cidadania e isso tem a ver com o direito aos serviços públicos, mas também tem relação com o direito a renda e o trabalho”, comenta.

Para ele, a inclusão precisa ser princípio da nossa ação educativa. “A Escola precisa ser o espaço do convívio dos diferentes”.  Jefferson destaca que a escola é um espaço do desenvolvimento cognitivo, mas também um espaço do desenvolvimento de sua formação integral, como cidadão, portanto a convivência escolar é parte fundamental deste processo.

De acordo com o reitor do IRRS, Júlio Heck, os Institutos Federais são o órgão público que tem o maior poder de transformar as desigualdades regionais do nosso país. “A interiorização da educação pública é a maior arma de combate às desigualdades de nosso país˜, explica.

Para Júlio, do IFRS, a Lei de Cotas transformou a educação pública brasileira e a política de acesso institucional precisa levar em conta a identidade institucional. “No IFRS investimos muito em busca ativa dos nossos candidatos como forma de aumentar o preenchimento de vagas e atingir pessoas que, em nossa avaliação, mais precisam das nossas ofertas”, explica.

O reitor do IF Goiano, Elias Monteiro, ressalta que a Rede Federal vive um problema crônico de acesso. “O Acesso não é um problema institucional do IF Goiano. Trata-se de um desafio nacional a redução dos índices de novos matriculados, porém não podemos nos furtar de discutir internamente este tema”, explica.

Elias ressalta que, ainda que os Institutos Federais ainda contem com alta credibilidade junto à sociedade, é necessário se movimentar para conquistar novos espaços. “Somos relevantes, mas precisamos conquistar a manutenção dessa relevância para não corrermos riscos enquanto política pública˜, explica.

O gestor do IF Goiano destaca que as desigualdades regionais fazem parte da constituição do IF Goiano, mas não se pode tratar as diferentes regiões de forma equânime. “Não podemos considerar a mesma abordagem em uma região como essa de Campos Belos onde estamos inseridos em um contexto totalmente diferente de outras de maior abundância econômica”, explica.  

 

Diretoria de Comunicação Social

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