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Biólogos identificam espécie rara de planta na Escola Fazenda do Campus

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Publicado: Terça, 16 de Março de 2021, 15h40 | Última atualização em Terça, 16 de Março de 2021, 16h33 | Acessos: 299

Durante uma visita exploratória na área da Escola Fazenda do IFGoiano Campus Posse, dois biólogos encontraram uma espécie rara de planta.

No dia 16 de fevereiro, os biólogos, Dr. Marcelo Kuhlmann e Dr. Adriano Darosci, realizaram uma visita exploratória pelo Cerrado e Vereda do campus. Na ocasião, o Prof. Dr. Adriano, que é professor no IFGoiano Campus Posse, apresentou ao seu colega uma planta que já instigava a capacidade taxonômica dele há tempos.

 Vale ressaltar que o Marcelo é doutor em Botânica e desenvolveu sua tese coletando e identificando diversas espécies de plantas que produzem frutos atrativos para a fauna. Com tais dados já publicou três livros (http://www.frutosatrativosdocerrado.bio.br/). Assim, quando o Prof. Adriano encontrou a planta pela primeira vez, enviou ao Marcelo várias fotos (as quais seguem logo abaixo), uma vez que não sabia do que se tratava.

Quando, enfim, a conheceu in loco, Marcelo fez novas fotografias e algumas coletas para, posteriormente, ajudar na identificação. Aqui surgiu uma grata surpresa: se tratava de uma espécie rara, com poucos registros para Goiás. Segundo o sítio "http://www.splink.org.br/", existem apenas duas coletas para o Estado, uma para Posse, feita em 1966, e outra em um local não identificado (Serra da Concepção: Campos Geraes), feita em 1899. Há também outros sete registros de coleta para regiões próximas a Posse (Barreiras, Formosa do Rio Preto e Cocos, na Bahia, e municípios do Jalapão, no Tocantins). Os demais (17), foram feitos no Estado de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Maranhão.

 E as surpresas não pararam por aí, ao chegar ao nome da espécie, Retiniphyllum kuhlmannii, Marcelo percebeu que se tratava de uma homenagem ao seu tataravô, João Geraldo Kuhlmann, que, inclusive, já coletou tal planta em 1918, no Mato Grosso (segundo "http://www.splink.org.br/"), e já foi diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

 Além de rara, a espécie fornece flores e frutos importantes para a fauna local. A presença dela na área do campus só fortalece a necessidade de preservação desse espaço e de estudo da população da espécie. Perguntas, como "Se trata de um único indivíduo?", "Foi a mesma planta coletada em 1966?" e "Está se reproduzindo?", precisam ser respondidas.

 Abaixo seguem algumas imagens registradas pelos biólogos:

 

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