A barra do Governo Federal só poderá ser visualizada se o javascript estiver ativado. Ir direto para menu de acessibilidade.

Opções de acessibilidade

GTranslate

    pt    en    fr    es
Início do conteúdo da página

O legado ceresino na Campus Party Goiás

0
0
0
s2sdefault
Publicado: Quarta, 18 de Setembro de 2019, 09h03 | Última atualização em Quarta, 25 de Setembro de 2019, 13h38 | Acessos: 288

Estudantes e professores do Campus Ceres participaram do evento com oferta de palestras e workshops. Além disso, projeto criado pelos discentes em desafio de tecnologia da Campus Party teve reconhecimento pela Secretaria de Agricultura de Goiás

Por Tiago Gebrim
Fotos: Jaqueline Ribeiro; Thalia Santana

 

 

O Instituto Federal Goiano (IF Goiano) foi parceiro na realização da primeira edição da Campus Party no estado de Goiás, a Campus Party Goiás (CP Goiás). Considerada o maior evento de imersão tecnológica do País, a CP Goiás foi realizada entre 04 e 08 de setembro, em Goiânia. O evento teve participação de 7000 campuseiros – os efetivamente inscritos, que muitas vezes acampam no local da Campus durante todo o evento – e contabilizou 350 horas de conteúdo, com cerca de 60 mil visitantes.

No dia 03 de setembro, a caravana do Campus Ceres partiu rumo a Goiânia levando 50 estudantes, dos cursos de Agronomia, Ciências Biológicas e Sistemas de Informação. A organização da caravana foi realizada pela coordenadora do curso de Sistemas de Informação, Jaqueline Ribeiro, que também atuou como representante do IF Goiano no evento, por meio da comissão responsável por mobilizar os participantes.

Além de participar das atividades dos eventos, os integrantes da caravana também atuaram como ministrantes de conteúdo na Campus Party. Uma das ações foi a Bancada Mulheres GO, fundada em uma edição anterior da Campus Party e que tem entre as idealizadoras a professora do Campus Ceres, Jaqueline Ribeiro. “A Bancada visa agregar as mulheres aos temas de tecnologia, empreendedorismo, ciências e start ups em prol do empoderamento feminino no estado de Goiás”, conta a professora.

Foram 30 horas de atividades, que incluíram as palestras Mulheres não curtem de Tecnologia? e Meninas Digitais no Cerrado: como chegamos até aqui. Essa última foi ministrada pela professora do Campus Ceres Ramayane Braga, uma das idealizadoras do projeto de mesmo nome, que busca a inserção das mulheres na área de Tecnologia da Informação. Fora da Bancada, a docente Jaqueline Ribeiro também contribuiu com a palestra Mulheres, Tecnologia e Inovação: uma Combinação Perfeita, na seção Palco Creativity do evento.

 

 

Outra atividade ofertada pelo Campus Ceres na Campus Party foi o workshop Computação desplugada: desconectando para compreender melhor a Ciência da Computação. A ação foi ministrada pelo diretor de Ensino e professor do Campus Ceres, Adriano Braga, e pela discente Thalia Santana, do curso de Sistemas de Informação. No workshop, falaram sobre como ensinar o pensamento computacional sem a necessidade de um computador.

De acordo com os Braga e Santana, o método possibilita realizar atividades e ensinar a computação em localidades remotas, com acesso precário de infraestrutura e sem a necessidade de especialistas em computação. “Você vai aprender junto com o seu aluno sobre a computação”, afirmou Thalia. Outra vantagem apontada pelos palestrantes é a independência de recursos de hardware e software.

 


Desafio Agro Start up – Os estudantes Gustavo Faquim, Lara Caroline, Edson Rodrigues Filho e Ricardo Tadokoro, todos do curso de Sistemas de Informação, participaram da Hackathon, uma competição de programação que exigia desenvolver um produto tecnológico em cerca de 24 horas.

A disputa abrangia duas temáticas: Governo Transparente e Agro Start Up. Foi no segundo tema que os estudantes do Campus Ceres se envolveram, com o time Tekoagro. Eles desenvolveram um aplicativo e uma página na internet destinados a comercializar produtos agrícolas para a Agricultura Familiar. O protótipo foi classificado e apresentado na final do desafio, que ocorreu no dia 07 de setembro.

 


Campus Future – Entre as diversas seções da Campus Party Goiás estava a Future, que se propõe a impulsionar trabalhos com soluções tecnológicas desenvolvidos em ambiente acadêmico que têm a possibilidade de se tornarem reais. E lá estava novamente um representante do Campus Ceres: o estudante Natanael Oliveira, do curso de Sistema de Informação, apresentou o protótipo de um aparelho que vem desenvolvendo para auxiliar a mobilidade de pessoas com deficiência visual.

Originário de um projeto de iniciação científica da unidade, orientado pela docente Jaqueline Ribeiro, o projeto consiste em um sensor ultrassônico que mede a distância entre a pessoa e os obstáculos por meio da emissão de sons. “Funciona como o sensor de ré em carros, porém a aviso é emitido por meio de vibrações em um receptor no punho da pessoa”, explicou o estudante.


Para Jaqueline Ribeiro, é marcante “estar envolvida num evento deste porte, maior evento de tecnologia, participar das ações, das reuniões, da própria organização”. Ela acredita que a inserção do IF Goiano como parceiro abrirá portas para a inovação na Instituição, além de trazer maior participação dos estudantes nos próximos anos.

“Os estudantes que participaram voltaram com uma visão nessa questão de inovação e tecnologia, em todas as áreas”, opina Ribeiro, sendo assertiva ao dizer que a Campus Party abre portas. “Os que participaram das atividades tiveram oportunidade de aprimorar conhecimento e ver espaços no mercado de trabalho. Os meninos [participantes do desafio Hackaton] já tiveram contato com o Secretário de Agricultura, Pecuária e Agricultura e abrirão uma start up dentro do órgão”, finaliza.

 

 

 

Ascom Campus Ceres (com informações de Jaqueline Ribeiro e Coordenação-Geral de Comunicação Social e Eventos do IF Goiano)

Fim do conteúdo da página