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Gestão

Secretário avalia PGD e aponta caminhos para o Programa

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A convite do IF Goiano, Roberto Pojo mostra evolução da iniciativa que substitui o controle de frequência pela entrega de resultados.

  • Publicado: Sexta, 13 de Fevereiro de 2026, 19h58
  • Última atualização em Sexta, 13 de Fevereiro de 2026, 19h59
  • Acessos: 37
Participam do PGD hoje 143 mil servidores em todo o país
Participam do PGD hoje 143 mil servidores em todo o país

O secretário de Gestão e Inovação do Ministério da Gestão e Inovação (MGI) Roberto Pojo esteve  quinta-feira, 12, na Reitoria do Instituto Federal Goiano (IF Goiano) para apresentar a gestores e servidores uma avaliação sobre o Programa de Gestão e Desempenho (PGD), implementado na Instituição desde 2022. Este modelo de gestão foi instituído pela Administração Pública Federal por meio do Decreto 11.072 desse mesmo ano, disciplinando o desenvolvimento e a mensuração das atividades realizadas por seus participantes por meio da entrega de resultados e qualidade dos serviços prestados à sociedade.

O PGD – atualmente utilizado por 143 mil servidores em todo o Brasil - tem como premissa a substituição do controle de frequência dos agentes públicos por uma gestão da organização baseada na promoção da produtividade, com inovação nos arranjos de trabalho, tanto em relação aos locais (presencial, teletrabalho e híbrido), quanto aos horários de execução (síncrono e assíncrono). Além da entrega de resultados, o Programa objetiva a redução de custos com o teletrabalho parcial ou integral, influenciando, também, na qualidade de vida dos servidores.

Pojo explicou aos participantes que acredita em um PGD aberto e adaptado às características de cada organização. Ele lembrou que, antes de 2022, o teletrabalho era visto como uma benesse para o servidor – falácia que a pandemia fez cair por terra. Antes dessa época, o programa tinha regras gerais que engessavam o modelo como, por exemplo, a exigência de que quem aderisse ao teletrabalho precisasse apresentar produtividade 30% maior do que aqueles que estavam no regime presencial.

Com o passar do tempo, essas distorções foram sendo corrigidas e até hoje o programa passa por estruturações. Outro marco corrigido no chamado PGD 2.0 foi a retirada do desempenho concentrado no esforço individual para o coletivo. “A regra atual é focar na equipe pensando sempre nas entregas como produtos e serviços que são, de fato, consumidos pelos clientes”, explica. Nessa lógica, uma ação que não tem utilidade prática para outro setor, por exemplo, deve ser repensada ou até mesmo descontinuada.

Entre os desafios do PGD, segundo o secretário, estão a qualificação e engajamento das chefias e das equipes para o sucesso do Programa, assim como o alinhamento com instrumentos de planejamento e gestão. Por demandarem mudanças na cultura das organizações, ele pondera que levará um tempo para que elas atinjam essa maturidade. Além disso, a expectativa é de que os dados que estão sendo coletados pelo MGI por meio do PGD 2.0 sejam revertidos em informações para as organizações melhorarem a prestação de seus serviços públicos.

Iniciativa – A vinda do secretário ao IF Goiano foi uma iniciativa da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep). A palestra foi transmitida ao vivo para toda a Instituição, contando com ampla participação de líderes, gestores e servidores de todos os campi atuantes no programa.

 

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Diretoria de Comunicação Social

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